Segundo Meirelles após ajuste fiscal carga tributária tende a diminuir

Cotações e Índices

Moedas - 12/11/2019 15:04:14
  • Nome
  • Compra
  • Venda
  • Comercial
  • 4,170
  • 4,171
  • Paralelo
  • 4,130
  • 4,360
  • Turismo
  • 4,140
  • 4,390
  • Euro
  • 4,581
  • 4,584
  • Iene
  • 0,038
  • 0,038
  • Franco
  • 4,190
  • 4,190
  • Libra
  • 5,350
  • 5,353
  • Ouro
  • 194,820
  •  
Mensal - 23/09/2019
  • Índices
  • Jul
  • Ago
  • Inpc/Ibge
  • 0,10
  • 0,12
  • Ipc/Fipe
  • 0,14
  • 0,33
  • Ipc/Fgv
  • 0,31
  • 0,17
  • Igp-m/Fgv
  • 0,40
  • -0,67
  • Igp-di/Fgv
  • -0,01
  • -0,51
  • Selic
  • 0,53
  • 0,49
  • Poupança
  • 0,50
  • 0,50
  • TJLP
  • 0,59
  • 0,59
  • TR
  • -
  • -

Obrigações Tributárias do Dia

  • 13/Novembro/2019
  • IOF | Imposto sobre Operações Financeiras.
  • IRRF | Imposto de Renda Retido na Fonte.
O que você achou do nosso novo site?
Ótimo
Bom
Regular

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nesta quinta-feira (30/06) que, após a conclusão do ajuste fiscal, será possível reduzir a carga tributária do país.

Ele ressaltou que o governo está tomando medidas para a reestruturação fiscal, mas não deixou claro quando seria a conclusão desse processo.

“É papel do governo garantir uma moeda estável (…) e ter capacidade de administrar as finanças públicas”, disse.

“Arrecadar apenas o necessário, com carga tributária que seja decrescida após o ajuste fiscal”, afirmou.

Em evento no Palácio do Planalto com representantes da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Meirelles afirmou que a atividade econômica já começa a dar sinais de recuperação.

A explicação, segundo ele, são as elevações nos índices de confiança, que “antecedem a mudança”.

O ministro afirmou que, com a aprovação de medidas, como o estabelecimento de um teto para o gasto público, a economia “certamente” voltará a crescer.

“O teto do gasto trará previsibilidade nos próximos anos”, disse, lembrando que o governo também obteve avanço grande na negociação com os Estados.

Meirelles disse ainda que a eficiência no comércio é essencial para o país, dada a importância do setor para a economia.

APOIO

Também presente na cerimônia, o ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira, afirmou que o evento demonstra o apoio do setor privado às iniciativas do governo de Michel Temer.

“Temos feito um conjunto amplo de iniciativas, que demonstram a direção da política econômica que o governo federal está tomando, é uma linha que tem uma base bastante clara, que é o reestabelecimento da confiança”, disse.

Segundo o ministro, para ser fundamentada essa base é preciso a consolidação fiscal no país. “A estabilização fiscal e retomada do crescimento são dois movimentos que precisam ocorrer concomitantemente”, disse.

Dyogo comentou o aumento concedido na quarta-feira (29/06) de 12,5% aos beneficiários do Bolsa Família. Ele disse que o programa é extremamente meritório e tem apoio do governo federal e destacou que o reajuste é inferior à inflação do período.

“Optamos em não dar a integralidade (da inflação) dentro da realidade de contenção de despesas”, afirmou. Ele ressaltou, entretanto, que não se pode abandonar os mais vulneráveis. “A nossa nação não pode mais conviver com a miséria total e com a fome.”

O ministro afirmou ainda que os reajustes a servidores federais nos próximos anos serão em linha com inflação. Segundo ele, nos próximos anos, a despesa com pessoal da União caiu de 4,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas do país) para 4,2%. “E mesmo com novos reajustes estará estabilizado neste padrão. Não representam um aumento de carga para a sociedade brasileira.”

Dyogo disse que nenhum país conseguiu se desenvolver sem a estabilidade macroeconômica e sem o reconhecimento do setor privado.

“Estamos trabalhando de maneira bastante firme e dedicada”, afirmou, citando as matérias econômicas aprovadas no Congresso, como a Desvinculação das Receitas da União (DRU) e o projeto de lei que regulamenta as estatais.

INFLAÇÃO

Dyogo afirmou que as estimativas da inflação estão caindo e apontam que em 2017 já poderemos atingir o centro da meta.

“Isso trará espaço para que haja uma política monetária com o nível de inflação mais baixa”, disse, destacando ainda a queda no risco Brasil e índices que mostram a retomada da confiança.

Fonte: jornalcontabil.com.br - 04 de Julho de 2016


Site desenvolvido pela TBrWeb (XHTML / CSS)
Visitas ao site: 60861
Leal Contábil e Consultoria  |  Fone 98. 3312 6092  Avenida Colares Moreira, Quadra 28, Lote 07
Edifício Vinicius de Moraes, sala 901 | Bairro Calhau | CEP: 65.071-322 | São Luís - Maranhão