Governo estuda regime único para Previdência e quer incluir proposta em reforma

Cotações e Índices

Moedas - 14/11/2019 17:22:43
  • Nome
  • Compra
  • Venda
  • Comercial
  • 4,186
  • 4,187
  • Paralelo
  • 4,130
  • 4,360
  • Turismo
  • 4,120
  • 4,370
  • Euro
  • 4,598
  • 4,599
  • Iene
  • 0,039
  • 0,039
  • Franco
  • 4,233
  • 4,232
  • Libra
  • 5,366
  • 5,368
  • Ouro
  • 196,700
  •  
Mensal - 23/09/2019
  • Índices
  • Jul
  • Ago
  • Inpc/Ibge
  • 0,10
  • 0,12
  • Ipc/Fipe
  • 0,14
  • 0,33
  • Ipc/Fgv
  • 0,31
  • 0,17
  • Igp-m/Fgv
  • 0,40
  • -0,67
  • Igp-di/Fgv
  • -0,01
  • -0,51
  • Selic
  • 0,53
  • 0,49
  • Poupança
  • 0,50
  • 0,50
  • TJLP
  • 0,59
  • 0,59
  • TR
  • -
  • -

Obrigações Tributárias do Dia

  • 18/Novembro/2019
  • INSS | Previdência Social
O que você achou do nosso novo site?
Ótimo
Bom
Regular

O governo do presidente interino Michel Temer estuda a criação de um regime único para a Previdência Social e pretende incluir a proposta na reforma que deve enviar ainda este ano ao Congresso Nacional, disse nesta segunda-feira o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha.

Em entrevista a jornalistas após participar de um evento da Aeronáutica, Padilha disse que o regime único é um "desejo" de Temer, mesmo que seja necessário um período longo de transição para se chegar ao mesmo modelo para os trabalhadores do setor público, setor privado e os militares.

"Nós vamos agora... ver quais seriam as variáveis e qual seria o tempo de transição para esse regime único e quais seriam as disparidades", explicou Padilha aos jornalistas, afirmando que o regime único de Previdência já é adotado, segundo ele, por muitos países.

"O certo é que a voz foi do presidente. Ele pediu um estudo, ainda não está feito", disse o ministro, acrescentando que o regime único deverá ser incluído na proposta de reforma da Previdência que o governo pretende enviar ainda neste ano ao Congresso Nacional.

Padilha também foi indagado sobre as declarações do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, de que será necessário aumentar impostos caso o Legislativo não aprove uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que impõe um limite ao crescimento dos gastos públicos.

O chefe da Casa Civil afirmou que a palavra de Meirelles sobre a área econômica do governo "é lei", mas afirmou que, como um ministro que atua na área política, ele tem confiança na aprovação da PEC.

Ele reiterou também que o governo Temer quer evitar ter de elevar tributos, ao mesmo tempo que disse que cabe à Fazenda, comandada por Meirelles, observar o comportamento das receitas e das despesas.

Fonte: administradores.com.br


Site desenvolvido pela TBrWeb (XHTML / CSS)
Visitas ao site: 60928
Leal Contábil e Consultoria  |  Fone 98. 3312 6092  Avenida Colares Moreira, Quadra 28, Lote 07
Edifício Vinicius de Moraes, sala 901 | Bairro Calhau | CEP: 65.071-322 | São Luís - Maranhão