Saiba quais são os custos diretos dos impostos indiretos

Cotações e Índices

Moedas - 26/03/2019 09:45:51
  • Nome
  • Compra
  • Venda
  • Comercial
  • 3,857
  • 3,859
  • Paralelo
  • 3,850
  • 4,060
  • Turismo
  • 3,700
  • 4,010
  • Euro
  • 4,347
  • 4,351
  • Iene
  • 0,035
  • 0,035
  • Franco
  • 3,879
  • 3,880
  • Libra
  • 5,106
  • 5,109
  • Ouro
  • 163,280
  •  
Mensal - 14/02/2019
  • Índices
  • Dez
  • Jan
  • Inpc/Ibge
  • 0,14
  • 0,36
  • Ipc/Fipe
  • 0,09
  • 0,58
  • Ipc/Fgv
  • 0,21
  • 0,57
  • Igp-m/Fgv
  • -0,49
  • 0,01
  • Igp-di/Fgv
  • -0,45
  • 0,07
  • Selic
  • 0,49
  • 0,54
  • Poupança
  • 0,50
  • 0,50
  • TJLP
  • 0,56
  • -
  • TR
  • -
  • -

Obrigações Tributárias do Dia

  • 29/Março/2019
  • IOF | Imposto sobre Operações Financeiras.
  • COFINS/PIS-PASEP | Retenção na Fonte – Autopeças
  • IRPJ/CSL | Imposto de Renda Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro | Apuração mensal.
  • IRPJ/CSL | Imposto de Renda Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro | Apuração trimestral
  • IRPJ/CSL - Lucro real anual - Saldo de 2018
  • IRPJ | Imposto de Renda Pessoa Jurídica | Renda variável
  • IRPJ/Simples Nacional | Ganho de Capital na alienação de Ativos
  • IRPF | Imposto de Renda Pessoa Física
  • FINOR/FINAM/FUNRES | Apuração mensal
  • FINOR/FINAM/FUNRES | Apuração trimestral
  • REFIS/PAES | Programa de Recuperação Fiscal
  • REFIS | Programa de Recuperação Fiscal
  • PAEX 1 | Parcelamento Excepcional
  • PAEX 2 | Parcelamento Excepcional
  • Simples Nacional | Parcelamento Especial
  • INSS | Previdência Social | Simples Nacional | Parcelamento Especial
  • Previdência Social (INSS) | Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro | Profut || Parcelamento de débitos junto à RFB e à PGFN
  • Previdência Social (INSS) | Programa de Recuperação Previdenciária dos Empregadores Domésticos - Redom (Parcelamento de débitos em nome do empregado e do empregador domésticos junto à PGFN e à RFB)
  • DOI | Declaração de Operações Imobiliárias
  • DME | Declaração de Operações Liquidadas com Moeda em Espécie
  • Declaração de Benefícios Fiscais (DBF)
  • Informações prestadas pelas entidades de previdência complementar, sociedades seguradoras e administradoras de Fapi
  • Declaração de Rendimentos Pagos a Consultores por Organismos Internacionais (Derc)
  • Declaração de Transferência de Titularidade de Ações (DTTA)
O que você achou do nosso novo site?
Ótimo
Bom
Regular

Estudo mostra que profissionais perdem até 60% do expediente com atualizações das regras fiscais - tempo que poderia ser gasto com a análise de dados para a tomada de decisões estratégicas

Dentre as atribuições de executivos responsáveis pela área fiscal de suas empresas a mais complexa é a gestão de impostos indiretos. É o que mostra um estudo da Thomson Reuters, realizado com 39 líderes da área de impostos de grandes companhias. 

Questionados sobre os principais desafios das empresas para as quais trabalham, 89% dos entrevistados apontaram a gestão dos impostos indiretos como a tarefa mais difícil de ser executada. 

Além de onerosa por envolver a necessidade de softwares e pessoas qualificadas para lidar com a complexidade de normas, a gestão do pagamento dos chamados impostos indiretos leva tempo. 

De acordo com o levantamento, 25% dos entrevistados afirmaram perder entre 40% e 60% do tempo de trabalho com atualizações das regras fiscais, o que poderia ser gasto com a análise de dados para a tomada de decisões mais estratégicas. 

São chamados de impostos indiretos todos os tributos que de alguma forma são repassados aos preços de produtos e serviços de uma empresa.

Em geral, são mais complexos no cálculo, forma de apuração e incidência. O principal deles, nesse quesito, é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS), que é estadual e, portanto, sujeito a diversas regras estabelecidas por cada Estado.

O segundo mais trabalhoso é o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), de responsabilidade da União, menos suscetível a alterações, mas com uma infinidade de alíquotas que variam de acordo com a classificação fiscal do produto e, em terceiro lugar, o Imposto sobre Serviços (ISS), de competência municipal, e que gera menos trabalho para as empresas. 

Na opinião da advogada Vanessa Cardoso, do escritório De Vivo, Whitaker e Castro Advogados, de fato, gerenciar o pagamento desses tributos não é uma tarefa fácil para as empresas do Lucro Real ou Presumido.

Uma empresa com atividades em todo o Brasil, por exemplo, deverá conhecer e acompanhar a legislação do ICMS dos 26 estados e do Distrito Federal. 

Não sem razão, as grandes empresas costumam ter departamentos específicos e equipes robustas só para cuidar da gestão, geralmente realizada por sofisticados sistemas.

“Quanto mais preparada estiver a empresa em gestão tributária, menores são as chances de autuações fiscais e pagamentos de multas milionárias por erros na informação. Portanto, é melhor investir na prevenção, e em sistemas de gestão e pessoal especializado", recomenda.

De acordo com a pesquisa realizada pela Thomson, 90% dos entrevistados afirmaram que as empresas para as quais trabalham contam com o ERP (Enterprise Resource Planning), um sistema de informática responsável por cuidar de todas as operações diárias de uma empresa.

Trata-se de um conjunto de softwares, divididos em módulos, que gerencia o negócio de forma a integrar todos os setores da organização, facilitando o fluxo de informações, resultando em um banco de dados coeso e organizado. O valor do investimento em um sistema como esse depende das necessidades de cada empresa. 

SIMPLES

Embora as empresas optantes do Simples Nacional não tenham grandes problemas com a burocracia envolvida com os impostos indiretos devido à simplificação e ao fato das alíquotas dos impostos estarem unificadas, o uso de um bom sistema ERP as colocaria em posição privilegiada em termos de gestão financeira e fiscal de forma geral. 

Por conta dos custos envolvidos na implantação e manutenção de um sistema customizado e integrado, boa parte das empresas do Simples utilizam os chamados softwares de prateleira, que são padronizados, ou sistemas gratuitos.

Mas a depender do porte da companhia, da quantidade de itens produzidos ou comercializados, o uso de um sistema feito sob medida e de acordo com as necessidades da empresa aumentaria o controle das informações e atualizações das regras fiscais.

"Seria o mundo ideal se todas pudessem ter acesso a um bom sistema de gestão", afirma Elvira de Carvalho, consultora tributária da King Contabilidade.  

Fonte: fenacon.org.br


Site desenvolvido pela TBrWeb (XHTML / CSS)
Visitas ao site: 53416
Leal Contábil e Consultoria  |  Fone 98. 3312 6092  Avenida Colares Moreira, Quadra 28, Lote 07
Edifício Vinicius de Moraes, sala 901 | Bairro Calhau | CEP: 65.071-322 | São Luís - Maranhão