Para economistas, país volta a crescer neste trimestre

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  • IRPJ/CSL | Imposto de Renda Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro | Apuração trimestral
  • IRPJ | Imposto de Renda Pessoa Jurídica | Renda variável
  • IRPJ/Simples Nacional | Ganho de Capital na alienação de Ativos
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  • FINOR/FINAM/FUNRES | Apuração mensal
  • FINOR/FINAM/FUNRES | Apuração trimestral
  • REFIS/PAES | Programa de Recuperação Fiscal
  • REFIS | Programa de Recuperação Fiscal
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  • Simples Nacional | Parcelamento Especial
  • INSS | Previdência Social | Simples Nacional | Parcelamento Especial
  • Previdência Social (INSS) | Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro | Profut || Parcelamento de débitos junto à RFB e à PGFN
  • Previdência Social (INSS) | Programa de Recuperação Previdenciária dos Empregadores Domésticos - Redom (Parcelamento de débitos em nome do empregado e do empregador domésticos junto à PGFN e à RFB)
  • DOI | Declaração de Operações Imobiliárias
  • DME | Declaração de Operações Liquidadas com Moeda em Espécie
  • IRPF - Imposto de Renda sobre a Pessoa Física
  • Contribuição Sindical (empregados)
  • Escrituração Contábil Digital (ECD)
  • Salário-família | Comprovante de frequência à escola
  • Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-Simei/2018)
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A frustração de parte do mercado com o PIB do quarto trimestre de 2016 não mudou expectativa de que o ponto de inflexão na economia deve ocorrer no primeiro trimestre deste ano, conforme analistas consultados pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

A safra agrícola recorde é o principal argumento para essa expectativa, mas os analistas também apostam em crescimento industrial no primeiro trimestre.

Para o ano, a perspectiva é de tímido avanço econômico: o crescimento de investimentos e o retorno do consumo no final do ano, além da queda da inflação e do juros podem impedir o terceiro ano consecutivo de recessão.

"O Brasil deve voltar a crescer neste primeiro trimestre e mostrar sinais claros de recuperação cíclica até o segundo semestre, mas a atividade econômica em 2017 será rasa", avalia Alberto Ramos, economista-chefe para a América Latina do Goldman Sachs.

SETORES

Para Rodolfo Morgato, economista do banco Santander, a estimativa é de alta de 0,3% no PIB do 1.º trimestre e de 0,7% em 2017.

"O PIB foi decepcionante, mas não altera nossa expectativa de crescimento para 2017, porque os dados de alta frequência já apontam para um resultado positivo da indústria e da agropecuária, principalmente com o crescimento da produção de grãos, notoriamente a soja", afirmou.

Na indústria, Julio Mereb, economista do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV), afirma que os indicadores antecedentes de janeiro, como a produção de veículos e o movimento em estradas pedagiadas, já sugerem números melhores na indústria de transformação.

Mereb projeta crescimento de 0,3% de janeiro a março e de 0,4% no ano.

Os dados de produção de veículos em fevereiro divulgados nesta terça-feira, (7/03), pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) mostraram produção 14,7% maior que em janeiro.

Esse crescimento foi capitaneado pelo aumento nas exportações de 74,7% na mesma base de comparação, além da alta nos estoques. No mercado interno, houve queda de 7,8% no mesmo período.

Apesar de apostar na melhora de vendas em março, o presidente da associação, Antonio Megale, aposta em crescimento apenas no segundo semestre.

"A perda de renda do trabalhador e o desemprego alto comprometem a demanda interna. Dessa maneira, a única saída para o País deixar o fundo do poço é movimentar a produção para o mercado externo", analisa o economista da Saint Paul Escola de Negócios, Maurício Godoi.

Ele acrescenta que as questões políticas, como o processo da chapa Dilma-Temer no TSE e a aprovação das reformas, são os únicos riscos.

O Bradesco projeta elevação de 0,1% do PIB já no primeiro trimestre, "impulsionado pelo setor agrícola". O banco manteve ainda a projeção de crescimento de 0,3% para este ano.

Fonte: dcomercio.com.br


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