5 razões para não temer a migração para nuvem

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  • Previdência Social (INSS) | Programa de Recuperação Previdenciária dos Empregadores Domésticos - Redom (Parcelamento de débitos em nome do empregado e do empregador domésticos junto à PGFN e à RFB)
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Nuvem, big data e internet das coisas. O que essas tecnologias têm em comum? A raiz na conectividade. Juntas, elas têm o potencial de permitir que a transformação digital na indústria se torne uma realidade. Mas, para isso, a tecnologia precisa ser compreendida como o motor de toda essa transformação. E, para que a indústria se torne inteligente e, as fábricas se beneficiem da agilidade, é preciso perder o medo da nuvem.

Hoje, a complexidade dos processos na indústria impedem que os gestores tenham a visão completa do todo, mas a nuvem e suas aplicações podem mudar essa realidade. No entanto, é preciso confiar na tecnologia e entendê-la como parte da história. Assim como a invenção da energia elétrica, semicondutores, micro processadores e da própria internet, a nuvem chegou para ficar. E, da mesma forma que o conceito de cabear cidades com energia elétrica demorou, mas se popularizou na maioria das cidades, a computação em nuvem também terá o seu momento. Afinal, a demanda por agilidade pode fazer até os mais céticos acreditarem na sua relevância.

Uma pesquisa da IDC afirma que a nuvem, mobilidade e big data alavancarão os investimentos em TI nas áreas de finanças e manufatura. E de acordo com a consultoria, a estimativa é que em menos de quatro anos os investimentos em nuvem alcancem a marca de US$ 2,7 trilhões. Por isso, o setor industrial deve estar atento aos mais recentes desenvolvimentos em nuvem, pois a adoção destas tecnologias já está mudando o dia a dia dos negócios, aumentando a produtividade, e minimizando erros – principalmente no setor de manufatura.

Veja as cinco principais razões para perder o medo da nuvem:

Estratégia digital: ao iniciar uma jornada digital, as soluções em nuvem se tornam necessárias, pois são capazes de fazer análises preditivas, rastrear dados, conectar coisas por meio de sensores e da própria internet. Além da capacidade de armazenamento, flexibilidade na arquitetura e tempo rápido de implementação.

Visibibilidade do Supply Chain: para se manter competitivo no mercado global, o segmento industrial precisará olhar para além das suas paredes. A nuvem é estratégica ao ajudar empresas do setor a criar uma rede inteligente de suprimentos e integrá-las com fornecedores, parceiros e empreendedores, e a visibilidade dessa cadeia se torna prática e fácil de gerenciar.

Experiência de uso: as soluções em nuvem são continuamente atualizadas, e a experiência do usuário é, na maioria das vezes, levada em consideração pelo provedor.

Baixo custo: em modelo de assinatura, a nuvem tem baixo custo total de propriedade, e se torna atrativa para empresas que querem migrar e modernizar investindo pouco.

Habilidades: os fabricantes de hoje esbarram no recrutamento e retenção de profissionais com habilidades técnicas de TI. Mas ao deixar um provedor de cloud gerir hardware, back ups, servidores e atualizações, a equipe de tecnologia pode para focar em processos mais críticos e estratégicos.

Fonte: administradores.com.br


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