Produção da indústria cresce em 9 de 14 regiões em junho, diz IBGE

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Mesmo com a variação nula (0,0%) em junho, a produção industrial cresceu em 9 dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em relação a maio, conforme pesquisa divulgada pelo órgão nesta terça-feira (8).

O maior avanço na produção foi registrado no Rio de Janeiro, que registrou crescimento de 3,1%. Com este resultado, o estado fluminense reverteu parte da perda de 3,6% acumulada nos meses de abril e maio.

O desempenho da indústria fluminense, que teve o maior avanço na comparação com os demais estados em junho, foi puxado pela indústria extrativa de petróleo e metalurgia. “Vale lembrar que este resultado tem como comparação uma base muito negativa”, ponderou o economista do IBGE Rodrigo Lobo.

Outro estado que se destacou em junho foi o Amazonas, com crescimento de 2,8%. No mês anterior, a produção da indústria amazonense havia recuado 3,4%. O IBGE destacou também o desempenho de Pernambuco, que com expansão de 1,7% registrou a quarta taxa positiva consecutiva, acumulando alta de 4,8% neste período.

Minas Gerais, com expansão de 1,6%, eliminou a perda de 0,2% registrada em maio. Os demais estados com avanço na produção industrial foram São Paulo (0,8%), Paraná (0,5%), Espírito Santo (0,1%), Ceará (0,1%) e Goiás (0,1%).

O analista da Coordenação de Indústria do IBGE, Rodrigo Lobo, destacou que a indústria paulista teve três taxas consecutivas de expansão neste ano, acumulando um crescimento de 4,5%. Segundo o economista, há cinco anos não havia registro de taxas consecutivas de crescimento. Entre maio e agosto de 2012, a atividade industrial acumulou crescimento de 5,2% em São Paulo.

“Isso dá uma dimensão do horizonte de tempo em que isso não acontecia. É algo promissor”, destacou Lobo. O economista ressalvou, no entanto, que trata-se de um crescimento pontual, alavancado principalmente pela indústria alimentícia, com destaque para os produtos derivados da cana de açúcar.

O estado que teve o resultado negativo mais acentuado em junho foi a Bahia (-10%), perdendo o avanço de 5,1% registrado no mês anterior. A Região Nordeste como um todo teve perda de 4%, após ter apresentado expansão de 2,8% nos meses de abril e maio. As demais taxas negativas em junho foram observadas no Rio Grande do Sul (-1,1%), Pará (-0,4%) e Santa Catarina (-0,1%).

 

Comparação com junho de 2016

 

Na comparação com junho do ano passado, a indústria cresceu em oito dos 15 locais pesquisados. O maior destaque ficou com o Espírito Santo, que teve expansão de 10% nesta base de comparação.

O resultado da indústria capixaba foi impulsionado, segundo o IBGE, pelos avanços registrados por indústrias extrativas (minérios de ferro pelotizados ou sinterizados) e produtos alimentícios (bombons e chocolates em barras, açúcar cristal, carnes e bovinos frescas ou refrigeradas e massas alimentícias secas).

Ceará (4,3%), São Paulo (3,0%), Minas Gerais (2,9%) e Rio Grande do Sul (2,1%) também assinalaram taxas positivas mais acentuadas do que a média nacional (0,5%). As demais estados com taxas positivas foram Paraná (0,5%), Goiás (0,4%) e Amazonas (0,1%).

A Bahia (-10,9%) apontou o recuo mais elevado em junho de 2017. Segundo o IBGE, o resultado foi pressionado, em grande parte, pelo comportamento negativo vindo dos setores de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel, naftas para petroquímica e óleos combustíveis) e de metalurgia (barras, perfis e vergalhões de cobre e de ligas de cobre).

“Este foi o 16º resultado negativo sequencial nesta base de comparação para a indústria baiana”, enfatizou Lobo.

Os demais resultados negativos na comparação com junho de 2016 foram observados na Região Nordeste (-5,1%), Pernambuco (-2,9%), Pará (-2,1%), Santa Catarina (-0,9%) e Rio de Janeiro (-0,1%). Mato Grosso (0,0%) repetiu o patamar registrado no ano passado.

Acumulado no ano

Considerando o indicador acumulado no ano (janeiro a junho), dez dos 15 locais pesquisados apresentaram taxas positivas. Apesar da predominância de taxas positivas nesta base de comparação, o economista Rodrigo Lobo ponderou que não é possível estimar que até o fim do ano a produção industrial tenha crescimento muito expressivo.

“A gente tem uma base de comparação muito baixa. Depois de três anos seguidos de queda, o resultado [0,5%] é positivo, mas não o suficiente para dizermos que o país vai fechar o ano com a recuperação da indústria”, disse.

Fonte: g1.globo


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