Com rombo de R$ 32 bilhões no 1º semestre, contas do governo têm melhor resultado em três anos

Cotações e Índices

Moedas - 27/03/2020 15:52:48
  • Nome
  • Compra
  • Venda
  • Comercial
  • 5,021
  • 5,023
  • Paralelo
  • 4,370
  • 5,100
  • Turismo
  • 5,000
  • 5,300
  • Euro
  • 5,537
  • 5,541
  • Iene
  • 0,046
  • 0,046
  • Franco
  • 5,212
  • 5,216
  • Libra
  • 6,094
  • 6,097
  • Ouro
  • 261,110
  •  
Mensal - 04/03/2020
  • Índices
  • Jan/20
  • Dez/19
  • Inpc/Ibge
  • 0,19
  • 1,22
  • Ipc/Fipe
  • 0,29
  • 0,94
  • Ipc/Fgv
  • 0,59
  • 0,77
  • Igp-m/Fgv
  • 0,48
  • 2,09
  • Igp-di/Fgv
  • 0,09
  • 1,74
  • Selic
  • 0,38
  • 0,37
  • Poupança
  • 0,05
  • 0,05
  • TJLP
  • 5,09
  • 5,57
  • TR
  • -
  • -

Obrigações Tributárias do Dia

  • 31/Março/2020 – 3ª Feira.
  • IOF | Imposto sobre Operações Financeiras.
  • COFINS/PIS-PASEP | Retenção na Fonte – Autopeças.
  • IRPJ/CSL | Imposto de Renda Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro | Apuração mensal.
  • IRPJ/CSL | Imposto de Renda Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro | Apuração trimestral.
  • IRPJ/CSL - Lucro real anual - Saldo de 2019.
  • IRPJ | Imposto de Renda Pessoa Jurídica | Renda variável.
  • IRPJ/Simples Nacional | Ganho de Capital na alienação de Ativos.
  • IRPF | Imposto de Renda Pessoa Física.
  • REFIS/PAES | Programa de Recuperação Fiscal.
  • REFIS | Programa de Recuperação Fiscal.
  • Previdência Social (INSS) | Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro | Profut | Parcelamento de débitos junto à RFB e à PGFN.
  • Previdência Social (INSS) | Programa de Recuperação Previdenciária dos Empregadores Domésticos - Redom (Parcelamento de débitos em nome do empregado e do empregador domésticos junto à PGFN e à RFB).
  • DOI | Declaração de Operações Imobiliárias.
  • DME | Declaração de Operações Liquidadas com Moeda em Espécie.
  • Operações com criptoativos.
  • Programa bienal de segurança e medicina do trabalho.
  • Declaração de Benefícios Fiscais (DBF).
  • Declaração de Transferência de Titularidade de Ações (DTTA).
  • Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (Defis).
  • Informações prestadas pelas entidades de previdência complementar, sociedades seguradoras e administradoras de Fapi
  • Declaração de Rendimentos Pagos a Consultores por Organismos Internacionais (Derc).
O que você achou do nosso novo site?
Ótimo
Bom
Regular

As contas do governo registraram um déficit primário de R$ 32,867 bilhões no primeiro semestre deste ano, segundo números divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional nesta sexta-feira (27).

Isso quer dizer que as despesas do governo superaram neste valor as receitas com impostos e contribuições. Essa conta, porém, não inclui os gastos com o pagamento de juros da dívida pública.

Apesar do rombo ainda grande, houve melhora frente ao mesmo período do ano passado, quando o déficit fiscal somou R$ 56,479 bilhões, e também de 2016 (-R$ 36,328 bilhões). Com isso, foi o melhor resultado em três anos. Mas também foi o terceiro pior resultado, para o primeiro semestre, da série histórica - que começa em 1997.

Somente em junho, ainda de acordo com dados oficiais, as contas do governo apresentaram um déficit primário de R$ 16,422 bilhões. Com isso, houve melhora frente ao mesmo período do ano passado (-R$ 19,844 bilhões).

Meta fiscal
O desempenho das contas públicas neste período pode ajudar o governo no cumprimento da meta fiscal para este ano, ou seja, do resultado pré-fixado para as contas públicas.

Para 2018, o governo está autorizado a registrar déficit (despesas maiores que receitas) de até R$ 159 bilhões. Esse valor também não inclui os gastos com juros da dívida.

Receitas, despesas e investimentos
Em junho deste ano, segundo dados do Tesouro Nacional, a chamada “receita líquida” total, ou seja, após as transferências feitas aos estados e municípios, registrou queda, em termos reais, de 2,3%, para R$ 88,332 bilhões. No primeiro semestre, porém, avançou 6,3%, para R$ 599,630 bilhões.

Ao mesmo tempo, as despesas totais registraram uma queda real de 5,3% em junho deste ano, para R$ 105,275 bilhões, na comparação com junho de 2017. Nos seis primeiros meses do ano, houve uma alta real de 2,2%, para R$ 636,518 bilhões.

Os investimentos, por sua vez, somaram R$ 21,266 bilhões de janeiro a junho deste ano. No mesmo período do ano passado, foram R$ 16,927 bilhões.

Previdência Social
A Secretaria do Tesouro Nacional também informou que o rombo da Previdência Social (sistema público que atende aos trabalhadores do setor privado) foi de R$ 14,513 bilhões em junho. Esse valor é 13% maior que o resultado negativo registrado no mesmo mês do ano passado (R$ 12,840 bilhões).

No primeiro semestre de 2018, por sua vez, o déficit previdenciário foi de R$ 90,821 bilhões, valor que é 9,6% maior que o registrado no mesmo período do ano passado (R$ 82,867 bilhões). Esse resultado também foi influenciado pela antecipação de precatórios.

Para 2018, a expectativa do governo é de um novo crescimento no rombo do INSS. A previsão que consta na última revisão orçamentária do governo é de um resultado negativo de R$ 196,636 bilhões, contra um resultado negativo de R$ 182,45 bilhões no ano passado.

Por conta dos seguidos déficits bilionários, o governo propôs uma reforma da Previdência, que parou no Congresso em maio do ano passado após o aparecimendo das primeiras denúncias envolvendo o presidente Michel Temer.

Em fevereiro deste ano, o governo tentou retomar a tramitação da proposta, mas acabou desistindo diante da falta de votos. Na mesma época, anunciou a intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro.

Concessões, dividendos e subsídios
Segundo o governo, as receitas com concessões ficaram estáveis no acumulado de janeiro a junho em cerca de R$ 2,6 bilhões. Foi o mesmo valor arrecadado em igual período do ano passado.

Ao mesmo tempo, o governo também recolheu mais dividendos (parcelas do lucro) das empresas estatais no primeiro semestre deste ano: R$ 5,652 bilhões, ante R$ 4,302 bilhões no mesmo período do ano passado.

No caso do pagamento de subsídios e subvenções, houve queda. Nos seis primeiros meses de 2018, somaram R$ 7,240 bilhões, contra R$ 9,681 bilhões no mesmo período do ano passado.

Fonte: G1 Globo | 30/07/2018


Site desenvolvido pela TBrWeb (XHTML / CSS)
Visitas ao site: 64684
Leal Contábil e Consultoria  |  Fone 98. 3312 6092  Avenida Colares Moreira, Quadra 28, Lote 07
Edifício Vinicius de Moraes, sala 901 | Bairro Calhau | CEP: 65.071-322 | São Luís - Maranhão