Pequenos negócios movimentam economia principalmente no interior

Cotações e Índices

Moedas - 18/11/2019 08:35:30
  • Nome
  • Compra
  • Venda
  • Comercial
  • 3,126
  • 3,126
  • Paralelo
  • 4,150
  • 4,390
  • Turismo
  • 3,620
  • 3,840
  • Euro
  • 3,514
  • 3,518
  • Iene
  • 0,034
  • 0,034
  • Franco
  • 3,767
  • 3,770
  • Libra
  • 4,786
  • 4,792
  • Ouro
  • 197,660
  •  
Mensal - 23/09/2019
  • Índices
  • Jul
  • Ago
  • Inpc/Ibge
  • 0,10
  • 0,12
  • Ipc/Fipe
  • 0,14
  • 0,33
  • Ipc/Fgv
  • 0,31
  • 0,17
  • Igp-m/Fgv
  • 0,40
  • -0,67
  • Igp-di/Fgv
  • -0,01
  • -0,51
  • Selic
  • 0,53
  • 0,49
  • Poupança
  • 0,50
  • 0,50
  • TJLP
  • 0,59
  • 0,59
  • TR
  • -
  • -

Obrigações Tributárias do Dia

  • 18/Novembro/2019
  • INSS | Previdência Social
O que você achou do nosso novo site?
Ótimo
Bom
Regular

Apesar do índice de desemprego ainda estar em 13,1% no primeiro trimestre de 2018, foram as micro e pequenas empresas que mais contrataram. Isso significa que muita gente que saiu de grandes companhias está migrando para as pequenas.

Pedro Ferreira de Souza é um exemplo. Ele trabalha desde os 15 anos e agora, com 19, ficou desempregado e foi procurar uma vaga no Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo da cidade de São Paulo.

Em junho, das 1385 empresas cadastradas no CATe para contratar mão de obra, 70% delas eram de pequenas e médias. O Pedro fez entrevista em um dia e logo foi contratado como operador de telemarketing de um pequeno empreendimento que dá cursos para servidores públicos.

Hoje, 98% das empresas brasileiras são micro ou pequenas e são responsáveis por gerar 70% dos empregos no Brasil.

“As pequenas empresas têm sido as grandes empregadoras durante o período de crise econômica. Entre 2014 e 2016 as micro e pequenas empresas criaram 300 mil vagas de emprego enquanto as médias e grandes destruíram cerca de 3 milhões de vagas", diz a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Ir para uma pequena empresa tem os seus pontos positivos e negativos. Enquanto o salário pode ser menor - dois salários mínimos contra três meio de uma grande empresa -, a relação empregado-empresário é muito mais próxima. A agilidade é outra característica de uma pequena empresa.

Pequenas empresas dão mais experiência ao trabalhador

Por usar menos máquinas, a empresa pequena depende mais do trabalhador. Quem sai ganhando é o funcionário que recebe treinamento e se qualifica. Uma confecção em São Paulo, por exemplo, que chegou a demitir 23 funcionários durante a crise, voltou a contratar três costureiras desde março.

A empresária da confecção de lingerie, Clyver Scherr, diz que hoje tem máquinas eletrônicas diferentes, que são caras e difíceis de comprar. Então, ela tem que ter mão de obra qualificada que faz o trabalho artesanal. A empresária Marly Vieira Scherr confirma. Ela explica que é preciso treinar as costureiras na parte de lingerie. Com a concorrência dos importados chineses, que são bem mais baratos, é na qualidade que as donas da confecção têm que sair na frente.

Este ano, a procura por lingeries aumentou 15%. Para dar conta do aumento da produção, a empresa pretende contratar pelo menos mais 10 funcionários.

Fonte: Fenacon.org.br | 06/08/2018


Site desenvolvido pela TBrWeb (XHTML / CSS)
Visitas ao site: 60959
Leal Contábil e Consultoria  |  Fone 98. 3312 6092  Avenida Colares Moreira, Quadra 28, Lote 07
Edifício Vinicius de Moraes, sala 901 | Bairro Calhau | CEP: 65.071-322 | São Luís - Maranhão