Facebook e WhatsApp são os campeões de disseminação de Fake News

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  • REFIS/PAES | Programa de Recuperação Fiscal.
  • REFIS | Programa de Recuperação Fiscal.
  • Previdência Social (INSS) | Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro | Profut | Parcelamento de débitos junto à RFB e à PGFN.
  • Previdência Social (INSS) | Programa de Recuperação Previdenciária dos Empregadores Domésticos - Redom (Parcelamento de débitos em nome do empregado e do empregador domésticos junto à PGFN e à RFB).
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  • Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (Defis).
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A distribuição de notícias falsas não é uma novidade dos novos tempo. Porém, com o uso das redes sociais, houve um aumento significativo nas dimensões deste problema. Durante as eleições 2018, por exemplo, o Facebook e o WhatsApp tiveram um grande papel na disseminação de fake news. Bom, pelo menos é isso que mostra uma pesquisa realizada pelo IBOPE Conecta.

Entre os dias 18 e 22 de outubro, ou seja, praticamente uma semana antes do segundo turno das eleições no Brasil, o IBOPE entrevistou 2.000 internautas das classes A, B, C e D, de todas as regiões do país. O resultado foi divulgado apenas agora.

De acordo com o estudo, 90% dos usuários de internet do Brasil afirmam já ter recebido notícias falsas. Destes, 76% tinham conteúdo com informações enganosas e falsas, 57% eram notícias antigas utilizadas como de fossem recentes, 45% continham conteúdo manipulado, 37% tinham um título que não condizia com o restante do conteúdo e outras 37% eram 100% falsas.

Facebook e WhatsApp são os primeiros colocados

O que mais me chamou a atenção neste estudo é que, mesmo com todo o aparato montado pelo Facebook para combater as fake news durante o processo eleitoral, a maior parte das notícias falsas foi lida na linha do tempo dos usuários da rede social (80%). Em segundo lugar ficou o WhatsApp (75%). Teve também uma parcela que foi contada pessoalmente (23%) ou vista em outras redes sociais como Instagram (18%), YouTube (15%) e Twitter (8%).

O estudo também revelou que 47% dos entrevistados fazem a verificação de todas as notícias que leem ou recebem. Outros 42% afirmaram que fazem essa checagem às vezes, enquanto 11% declaram fazer isso nunca ou quase nunca.

Neste cenário, os portais de notícias aparecem como as fontes mais confiáveis (66%). Já o nível de confiança no Facebook é de 5%, enquanto o WhatsApp é citado por apenas 4%.

É claro que não é uma surpresa ver o Facebook e o WhatsApp nas primeiras colocações deste ranking, pois são duas das plataformas sociais mais usadas no país. Logo, fique atento para tudo o que você lê na sua timeline ou para o que recebe no mensageiro. Se ainda não estava claro, essa pesquisa acaba de mostrar a importância da análise e verificação de fatos!

Fonte: Olhar Digital | 23/11/2018


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