Facebook e WhatsApp são os campeões de disseminação de Fake News

Cotações e Índices

Moedas - 23/01/2019 14:00:22
  • Nome
  • Compra
  • Venda
  • Comercial
  • 3,804
  • 3,805
  • Paralelo
  • 3,770
  • 3,970
  • Turismo
  • 3,650
  • 3,960
  • Euro
  • 4,330
  • 4,331
  • Iene
  • 0,035
  • 0,035
  • Franco
  • 3,819
  • 3,819
  • Libra
  • 4,969
  • 4,972
  • Ouro
  • 155,000
  •  
Mensal - 06/12/2018
  • Índices
  • Set
  • Out
  • Inpc/Ibge
  • 0,21
  • 0,40
  • Ipc/Fipe
  • 0,39
  • 0,48
  • Ipc/Fgv
  • 0,34
  • 0,48
  • Igp-m/Fgv
  • 1,52
  • 0,89
  • Igp-di/Fgv
  • -
  • 0,26
  • Selic
  • 0,47
  • 0,54
  • Poupança
  • 0,50
  • 0,50
  • TJLP
  • 0,55
  • 0,55
  • TR
  • -
  • -

Obrigações Tributárias do Dia

  • 23/Janeiro/2019 – 4ª Feira.
  • IOF | Imposto sobre Operações Financeiras.
  • IRRF | Imposto de Renda Retido na Fonte.
O que você achou do nosso novo site?
Ótimo
Bom
Regular

A distribuição de notícias falsas não é uma novidade dos novos tempo. Porém, com o uso das redes sociais, houve um aumento significativo nas dimensões deste problema. Durante as eleições 2018, por exemplo, o Facebook e o WhatsApp tiveram um grande papel na disseminação de fake news. Bom, pelo menos é isso que mostra uma pesquisa realizada pelo IBOPE Conecta.

Entre os dias 18 e 22 de outubro, ou seja, praticamente uma semana antes do segundo turno das eleições no Brasil, o IBOPE entrevistou 2.000 internautas das classes A, B, C e D, de todas as regiões do país. O resultado foi divulgado apenas agora.

De acordo com o estudo, 90% dos usuários de internet do Brasil afirmam já ter recebido notícias falsas. Destes, 76% tinham conteúdo com informações enganosas e falsas, 57% eram notícias antigas utilizadas como de fossem recentes, 45% continham conteúdo manipulado, 37% tinham um título que não condizia com o restante do conteúdo e outras 37% eram 100% falsas.

Facebook e WhatsApp são os primeiros colocados

O que mais me chamou a atenção neste estudo é que, mesmo com todo o aparato montado pelo Facebook para combater as fake news durante o processo eleitoral, a maior parte das notícias falsas foi lida na linha do tempo dos usuários da rede social (80%). Em segundo lugar ficou o WhatsApp (75%). Teve também uma parcela que foi contada pessoalmente (23%) ou vista em outras redes sociais como Instagram (18%), YouTube (15%) e Twitter (8%).

O estudo também revelou que 47% dos entrevistados fazem a verificação de todas as notícias que leem ou recebem. Outros 42% afirmaram que fazem essa checagem às vezes, enquanto 11% declaram fazer isso nunca ou quase nunca.

Neste cenário, os portais de notícias aparecem como as fontes mais confiáveis (66%). Já o nível de confiança no Facebook é de 5%, enquanto o WhatsApp é citado por apenas 4%.

É claro que não é uma surpresa ver o Facebook e o WhatsApp nas primeiras colocações deste ranking, pois são duas das plataformas sociais mais usadas no país. Logo, fique atento para tudo o que você lê na sua timeline ou para o que recebe no mensageiro. Se ainda não estava claro, essa pesquisa acaba de mostrar a importância da análise e verificação de fatos!

Fonte: Olhar Digital | 23/11/2018


Site desenvolvido pela TBrWeb (XHTML / CSS)
Visitas ao site: 51786
Leal Contábil e Consultoria  |  Fone 98. 3312 6092  Avenida Colares Moreira, Quadra 28, Lote 07
Edifício Vinicius de Moraes, sala 901 | Bairro Calhau | CEP: 65.071-322 | São Luís - Maranhão