Por que minha empresa não cresce?

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Buscar o crescimento de um negócio é o mantra de qualquer empresário. Porém, entre desejar um crescimento e seguir à risca alguns conselhos que permitam criar condições favoráveis para que isso ocorra existe um longo caminho.

Se a sua empresa não cresce, podem haver muitas razões para isso – e a culpa não é necessariamente do “mercado” ou do “governo”. Sim, sabemos que a alta carga tributária e as baixas perspectivas de crescimento do PIB contribuem diretamente para que o números não sejam tão positivos quanto poderiam ser. Todavia, é preciso fazer a sua parte antes de tudo.

Você já parou para pensar nos erros que comete? Quando identifica um erro sua empresa se descuida e segue incorrendo nele? Aqui, listamos alguns fatores que podem estar contribuindo para que o seu negócio se mantenha estagnado ou com crescimento abaixo do esperado.
Eu pago contas em atraso

“São só alguns reais de juros, amanhã eu faço o pagamento”. Infelizmente, pensamentos como esse ainda são comuns a muitas pequenas e médias empresas brasileiras. Em alguns casos o problema é a falta de capital disponível no dia, enquanto em outros é pura falta de planejamento.

Estabelecer um cronograma de pagamento de despesas é fundamental para que a sua empresa se organize. O dinheiro gasto com juros, multas e valores extras pagos em decorrência de atrasos é completamente perdido. Pode até ser que a economia seja pequena, mas o simples fato de as contas atrasarem denotam uma falta de planejamento e um certo amadorismo, características que não contribuem para a imagem da sua empresa.
Não faço provisões financeiras

O primeiro erro tem relação direta com esse segundo. A falta de planejamento também resulta na falta de provisionamento financeiro. Há meses nos quais as despesas de uma empresa são maiores. É o caso de dezembro, quando há o pagamento do décimo terceiro aos colaboradores. Nem sempre o faturamento acompanhará o mesmo ritmo.

Por essa razão, o ideal é provisionar recursos, ou seja, reservar uma parte extra todos os meses para pagar despesas vindouras. Quem não sabe ao certo quanto terá para pagar em dívidas no mês seguinte, certamente corre o risco de complicar o fluxo de caixa e acabar tendo que recorrer a empréstimos para obter capital imediato.
Não conheço o mercado

Esse erro é mais comum aos empresários que estão iniciando um negócio. Muitas vezes, a ocasião faz com que o empreendedor inicie uma empresa, sem saber ao certo se o mercado comporta mais uma companhia nos mesmos moldes. No início, alguns trabalhos podem ser suficientes para suprir os investimentos.

Porém, com o passar do tempo percebe-se que não há como crescer. Se a demanda aumentar, a empresa não terá condições de atendê-la de forma satisfatória. Assim, resta apenas a opção de manter aquilo que já está sendo feito. Procure encontrar alternativas em novos modelos de negócios, produtos ou oportunidades de mercado para voltar a crescer.
Não sei analisar os números da minha empresa

Esse é um problema mais comum do que se imagina. Muitas empresas são construídas por especialistas em determinadas áreas, pessoas muito boas em suas profissões, mas que não têm, necessariamente, familiaridade com as áreas de finanças, tributos e administração.

Em um primeiro momento, na tentativa de economizar, esses empreendedores tendem a assumir sozinhos essas funções. Além do tempo perdido, perdem também dinheiro, pois tomam decisões que não são as melhores. A solução em casos como esses é terceirizar essas demandas para profissionais especializados, como contadores, economistas e administradores.
Como ser MEI e não falir

A modalidade MEI (Microempreendedor Individual) é a porta de entrada no mercado para muitos empresários. Trata-se de uma forma simplificada de recolher tributos todos os meses – com valor fixo – e emitir notas de prestação de serviços. As desvantagens são o limite anual de faturamento (máximo de R$ 81 mil) e a possibilidade de contratar no máximo um funcionário.

Como essa modalidade dispensa a contratação de um profissional de contabilidade, muitos empreendedores cometem erros na gestão da sua companhia. Falta de controle financeiro, não elaboração de um pró-labore e precificação inadequada são alguns dos motivos que mais levam MEIs a decretar falência.

Para evitar que a sua empresa se torne mais uma na estatística de falências, mantenha um controle rígido das suas finanças, anotando todas as entradas e saídas, por menores que elas sejam. Estabeleça um valor mensal a título de pró-labore e não misture suas despesas pessoais com as empresariais. Por fim, busque conhecimento de mercado para saber se o valor que você cobra é adequado ou se não está muito abaixo do que é praticado.
O papel do sistema de gestão no crescimento

Usar a tecnologia ao seu favor pode resolver boa parte desses problemas de uma só vez. Hoje, é praticamente impensável que uma empresa não adote nenhum sistema de gestão de pagamentos, de emissão de notas fiscais ou mesmo de registro de entrada e saída de capital.

Fazer essas tarefas manualmente, além de demandar um tempo que você não tem, aumenta as chances de que erros aconteçam. Por isso, nós recomendamos que você busque a adoção de softwares de gestão contábil e financeira, como as opções que a Sage disponibiliza.

Diferentemente do que muitos imaginam, os custos mensais são bastante acessíveis, mesmo para empresas que estão iniciando no mercado. Acredite, o valor pago mês a mês deve ser encarado como um investimento, pois o simples fato de organizar as suas finanças e ter acesso a relatórios em tempo real por si só já é um diferencial competitivo.

Fonte: JornalContabil | 31/07/2019


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